Acadêmico / Web Brasil Indígena - Part 2

Kyringüé mboraí : os cantos das crianças e a cosmo-sônica Mbyá-Guarani

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Titulação:Doutorado

Autor:Marilia Raquel Albornoz Stein

Resumo:

Os Mbyá-Guarani são um subgrupo indígena de fala Guarani, pertencente à família lingüística Tupi-Guarani. Estima-se que cerca de 5.000 pessoas da etnia Mbyá vivam entre o Sul e o Sudeste brasileiro. As crianças indígenas Mbyá-Guarani e as performances musicais e lúdicas que as envolvem cotidianamente são o tema central desta tese desenvolvida a partir de uma etnografia norteada pela Etnomusicologia, em uma aldeia Mbyá-Guarani, no estado do Rio Grande do Sul, Brasil. Neste estudo reflito sobre o protagonismo das crianças Mbyá como agentes sociais co-responsáveis pela construção do modo de Read the rest of this entry »

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Cultura e memória entre os índios Terena: conflitos, transformações e preservação

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Títulação:Dissertação de Mestrado

Autor: Solange Bertozi de Souza

Resumo Original

Estuda a influência da memória social na preservação da identidade indígena. Também observa se a cultura e a tradição indígena estão sendo repassadas pelos índios idosos urbanos para seus descendentes; analisa como os índios idosos percebem que seus descendentes as recebem; observa se tem ocorrido a descaracterização cultural na população urbana e de que modo isso se expressa na percepção dos sujeitos; identifica se há (e como) formas de resistência cultural; avalia a barbárie no confronto desigual de culturas e os silêncios para a construção de uma sociedade realmente democrática. Os sujeitos são oito índios idosos residentes em um bairro localizado no perímetro urbano de Campo Grande-MS. A pesquisa se caracteriza como qualitativa e as técnicas de coleta de dados são: observações e entrevistas gravadas, ambas subordinadas a roteiros. A observação proporciona a análise dos hábitos, do local de residência, das roupas e de como estas práticas confirmam (ou não) os discursos nas entrevistas. Os dados obtidos na pesquisa concluem: a memória social influencia na preservação da identidade indígena; a cultura e a tradição indígena estão sendo transmitidas pelos idosos, já residentes nas cidades. Sugere ainda, que há formas de resistência cultural e os exemplos disso são: a fé nos xamãs; o uso do idioma nativo; a permanência das festas e da arte; e também algumas manifestações no cotidiano. Com relação à descaracterização cultural e como ela se expressa na percepção dos sujeitos, observa que nestas situações o processo de aculturação deixou a sua marca. Read the rest of this entry »

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De índios para índios: a escrita indígena da história

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Titulação:Dissertação de Mestrado

Autor:Igor Alexandre Badolato Scaramuzzi

Resumo Original

No decorrer das últimas décadas, muitos grupos indígenas vêm progressivamente intensificando e ampliando a gama de relações com os mais variados setores da sociedade nacional. Nesse contexto, assumem a tarefa de elaborar discursos em que devem se apresentar, enquanto grupos diferenciados, para o “outro”. Na construção desse diálogo, as experiências de escolarização, especialmente na sua vertende “diferenciada”, constituem um rico espectro de produção discursiva que Read the rest of this entry »

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Ritmos biológicos em índios Guarani adultos

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Titulação: Tese de Doutorado

Autor:Daniela Wey Camilo Lapa

Resumo Original

Comunidades que vivem em regiões sem energia elétrica apresentam suas atividades sincronizadas pelo ciclo dia/noite e por compromissos sociais podendo haver uma diferença sazonal no comportamento. No ambiente urbano a energia elétrica cria a possibilidade de nos organizarmos temporalmente de acordo com os nossos interesses. Este comportamento tem sido apontado como uma das causas para a ausência de sazonalidade nos ritmos biológicos humanos. Este estudo fenomenológico naturalístico em índios Guarani que viviam em casas sem energia elétrica nos permitiu refletir sobre a presença de sazonalidade nos ritmos biológicos. O ritmo de temperatura do punho em 21 índios e o ciclo de atividade/repouso em 16 índios foram comparados entre o inverno e verão. O perfil temporal da temperatura não se alterou nas duas épocas, mas houve diferença nos valores de amplitude e MESOR que pode ser explicada pela variação sazonal do padrão de dissipação de calor através da pele. Não houve diferença entre o inverno e verão para os valores de acrofase, e os índios mais novos apresentaram horários de acrofase da temperatura mais tardios que os índios mais velhos. Do inverno para o verão observamos um atraso nos horários de repouso sem alteração significativa na duração. Não verificamos diferença nos horários e na duração do repouso entre os Read the rest of this entry »

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Penas de papel : um estudo comparativo da imagem indigena no Brasil e nos EUA

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Titulaçao: Doutor em Multimeios

Autor: Sara Elizabeth Brandon

Resumo:

O projeto tem como proposta estudar a imagem e a construção da identidade de nativos norte-americanos e indígenas brasileiros na cultura popular e dominante. O povo indígena tem sido analisado sob diferentes olhares, tais como o olhar Antropológico, da mídia, da arte, bem como de projetos governamentais, todos eles documentando suas respectivas imagens. Este trabalho parte da compreensão de que tais imagens refletem um. É importante lembrar que as primeiras ilustrações seriam representadas sob a forma de xilogravuras. O processo é melhor observado no trabalho Grandes Viagens, de Theordore DeBry, embora, continuamente, no período épico dos primeiros pintores etnográficos, gravuras, pinturas e litografias tenham sido usadas. É claro que, mais tarde, as influências da visibilidade das pinturas não podem ser desprezadas, uma vez que tornaram um pouco mais acessíveis à massa, através de cópias impressas, reproduções, fotografias e acervos em museus contemporâneos. Nos Estados Unidos o ?Índio mau? era associado com o guerreiro com machado ou o rebelde selvagem do oeste. No Brasil é possível que os Munduruku fossem representados neste sentido. Pessoa descendente de branco e índio. Pessoa descendente de negro e índio. Palavra originalmente usada no Brasil ( por cientistas europeus) referindo-se à pessoa de sangue indígena puro que torna-se ?civilizada ou pacificada?. Porém, na definição contemporânea, a idéia de sangue puro não Read the rest of this entry »

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O indio no cinema brasileiro e o espelho recente

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Titulaçao: Mestre em Multimeios

Autor: Juliano Gonçalves da Silva

Resumo:

O trabalho realiza uma análise da imagem do índio no cinema brasileiro, através do estudo de como o personagem indígena é por ele construído e veiculado através dos filmes de ficção. Realiza um levantamento da filmografia onde o personagem aparece e analisa, com profundidade, dois filmes recentes ? Brava Gente Brasileira (2000) e Caramuru, a Invenção do Brasil (2001) ? considerados paradigmáticos desta realização. Read the rest of this entry »

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O indio Umutina no discurso do contato : silenciamento e resistencia

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Titulaçao: Mestre em Linguistica

Autor(es): Lucimar Luisa Ferreira

Resumo:

Neste trabalho, analisamos o funcionamento do discurso sobre/do índio Umutina configurado no âmbito do contato (na região de Barra do Bugres MT), buscando compreender os processos de produção dos sentidos no que se refere, por um lado, ao silenciamento do índio enquanto diferente e, por outro, à resistência do índio Umutina que se constitui a partir da afirmação Read the rest of this entry »

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Iniciação : um olhar videografico sobre mito e ritual Xavante

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Titulaçao: Mestre em Artes

Autor: Rafael Franco Coelho

Resumo:

O objetivo deste trabalho foi a produção de um documentário de curta metragem sobre o ritual de iniciação Xavante realizado entre maio e agosto de 2005, na Terra Indígena de Sangradouro localizada no Estado do Mato Grosso. Primeiramente apresenta-se uma breve introdução sobre aspectos importantes da estrutura social Xavante necessários à compreensão do ritual de iniciação, e, a seguir, a partir da pesquisa de campo foi feita uma descrição detalhada do Read the rest of this entry »

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Conflitos entre jesuitas e colonos na America Portuguesa : 1640-1700

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Titulaçao: Doutor em Economia Aplicada

Autor: Joely Aparecida Ungaretti Pinheiro

Resumo: O presente trabalho analisa os conflitos entre jesuítas e colonos, que ocorreram após a promulgação o breve do Papa Urbano VIII, Commissum Nobis, de 22 de abril de 1639, sobre a ‘Liberdade dos Índios da América’, que ameaçava de excomunhão todo aquele que tivesse um índio como cativo. As zonas de conflito estudadas, correspondem hoje em dia aos estados do Maranhão, Rio de Janeiro e São Paulo. O cerne desses conflitos estava centrado na tensa relação entre colonos e os membros da Companhia de Jesus, por causa da administração da mão-de-obra indígena. As leis que regulavam o cativeiro indígena oscilavam entre a liberdade e a escravidão do índio, favorecendo ora os jesuítas, ora os moradores da colônia. Esses acontecimentos ocorreram no processo de colonização da América Portuguesa, dentro do Antigo Sistema Colonial, cujo tipo de regime de trabalho adotado era o trabalho compulsório. Read the rest of this entry »

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Mitu Vaupes : a participação dos indios na construção do urbano na Amazonia

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Titulaçao: Doutor em Ciencias Sociais

Autor(es): Juan Carlos Pena Marquez

Resumo:

Esta pesquisa visa a descrever o processo histórico e social de desenvolvimento de Mitú como cenário urbano, colocando como eixo a participação dos índios na sua construção e significação. Desde esta realidade particular ?Mitú, cidade indígena? criar as condições para que os atores sociais e culturais da região falem e materializem seus posicionamentos sobre o processo de desenvolvimento regional e da Amazônia. As histórias, as economias, a política, as etnografias e a cartografia social que serão apresentadas, procuram tecer as potencialidades e importância de colocar os atores sociais como sujeitos de pensamento e de ação vitais para as correntes de proteção e sustentabilidade cultural e ambiental da Amazônia. O urbano é um cenário complexo e simbólico, no qual o índio se confronta com a idéia de cidadão, de democracia, de poder e de poderes, produzindo e transformando as identidades. Os distintos fatores que influenciam a construção do urbano indígena não são uma soma de fatores individuais, mas uma nova expressão societária, correspondente à dinâmica social própria da Amazônia. Read the rest of this entry »

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